Os seus dados de hoje já estão a ser recolhidos.
Criptografia pós-quântica NIST FIPS 203/204/205 Compliant, integrável por SDK — sem reescrever os seus sistemas.
O problema
Capta-se hoje
Tráfego cifrado e cópias de bases de dados são armazenados sem se conseguir ler nada. O armazenamento é barato e o conteúdo não perde valor.
Decifra-se depois
Quando existir um computador quântico relevante, a criptografia de chave pública actual deixa de proteger o que foi guardado.
A exposição é retroactiva
Não há nada que se faça nesse dia que desfaça a cópia feita hoje. É por isso que adiar não adia o dano.
O relógio
- 2024–2026Padronização. O NIST publica ML-KEM, ML-DSA e SLH-DSA.
- 2027–2030Migração acelerada. Quem tem dados de longa duração começa antes.
- 2030+Depreciação de RSA e ECC, com migração completa recomendada até 2035.
Fonte: NIST IR 8547, 2024.
Onde está o mercado
52%
do tráfego web já usava troca de chaves pós-quântica
~3%
de adopção no sector bancário, à mesma data
>90%
do mundo digital continua vulnerável
Fonte: Cloudflare Radar, Dezembro de 2025. Google, Cloudflare, Apple, Signal, Meta e Microsoft já migraram as suas plataformas.
A solução
- Troca de chaves ML-KEM (FIPS 203), em modo híbrido com X25519
- Assinatura ML-DSA (FIPS 204), com SLH-DSA (FIPS 205) como alternativa de hipótese diferente
- Cifra simétrica AES-256-GCM; derivação com SHA3/SHAKE
- Rotação de chaves com TTL curto, de segundos a horas
- Alinhado com as recomendações CNSA 2.0
Integração
A protecção aplica-se onde já está o seu código, sem reescrever a aplicação:
@pqsl_protected(level="LEVEL3")
def exportar_contrato(cliente_id: str) -> bytes:
...SDKs em 12 linguagens, com os mesmos vectores de conformidade partilhados entre todos — o que é selado numa linguagem abre noutra. A adopção é rota a rota.
Como se faz
01
Diagnóstico
Inventário criptográfico: o que cifra o quê, com que algoritmo, e por quanto tempo tem de continuar secreto.
02
Piloto
Uma rota, um fluxo. Mede-se o impacto real antes de alargar.
03
Integração
Alargamento rota a rota, em modo híbrido, sem paragens.
04
Operação
Rotação de chaves e revisão periódica dos algoritmos em vigor.
Sectores
Perguntas frequentes
- O que é criptografia pós-quântica?
- É criptografia desenhada para resistir a um computador quântico. Substitui os algoritmos de chave pública actuais (RSA, curvas elípticas) por outros cuja segurança não depende de problemas que a computação quântica resolve depressa.
- O que muda com o FIPS 203, 204 e 205?
- São os padrões publicados pelo NIST em 2024: ML-KEM para troca de chaves (203), ML-DSA para assinatura (204) e SLH-DSA como alternativa de assinatura com hipóteses de segurança diferentes (205). Deixaram de ser propostas e passaram a ser referência de conformidade.
- Tenho de substituir a criptografia que já uso?
- Não. O modo híbrido combina o algoritmo clássico com o pós-quântico: mantém a compatibilidade com o que já existe e continua seguro mesmo que uma das camadas venha a falhar.
- Quanto tempo demora migrar?
- Depende de quantos sistemas usam criptografia. Faz-se rota a rota, sem big-bang. O primeiro passo é sempre o inventário — não se protege o que não se conhece.
- O que é "harvest now, decrypt later"?
- É captar hoje dados cifrados, sem os conseguir ler, para os decifrar quando existir um computador quântico. Por isso a decisão de migrar não depende de quando esse computador chega, mas de quanto tempo os dados precisam de continuar secretos.
- O que exige a DORA?
- A DORA está em vigor na União Europeia desde Janeiro de 2025 e exige resiliência operacional digital ao sector financeiro, incluindo integridade e protecção dos dados ao longo do tempo.
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